domingo, 29 de abril de 2012

Sininho.



"Porque é a que gente se cruza e não se fala? Porque é que eu te enxergo mas não te olho? Porque é que eu penso em ti e não digo? Porque é que a gente se perde de quem nos ganhou tão fácil assim?
De novo você, mulher malvada. Mal falada. "Vida", tchê que coisa ingrata.
Me pergunto se sou a única que fico triste quando eu me obrigo a fingir que não conheço mais quem por mim tudo foi capaz. Me pergunto se sou a única que sente profundamente por crescer, evoluir e com o tempo perceber que quem te faz bem na verdade, muitas vezes, não quer tanto assim seu bem. Me pergunto porque é que pra amadurecer tem que doer, corroer, fazer sofrer. Me pergunto porque todo machucado, por mais pequeno que seja, tem de arder. Me pergunto quem é você, que não me vê, que não me olha mas me reconhece. Me pergunto quem somos, quem nos tornamos e onde estamos. Me pergunto por fim, porque diabos nos abandonamos [...], pensamentos insano." Liv Gabrielle Salerno

Paciência.

Um pouco mais de sentimento,
Pra te tornar um tormento,
Sem senso algum,
Em um dia comum,
Sem dizer o que sinto,
Sem sorrir e não te minto,
Que acreditei,
Que ia voltar,
Não importa o quanto custar,
Irei buscar;

Olha.

Perceba que está tudo errado,
Que não é isso que você quer pra ti,
Perceba que está tudo amargo,
Ninguém me avisou que já morri;

No quintal.

Tão complexo como um amanhã sem sonhos,
Por essas que me despeço,
Por essas que te peço,
Tão triste o mundo, sem nós dois;

Uma bebida e uma resposta, por favor?

Talvez uma parede branca, sem ouvidos, mas tão atenta,
Talvez uma janela aberta, sem final, mas tão dormente,
Talvez não veja, não toque, não me importa,
Talvez.

Sem porquês, sem respostas, sem perguntas,
Sem lembranças, sem melancolias, sem razões,
Sem você, sem mim, sem nada,
Sem amor.

Um passado presente,
Os sonhos estão a me machucar,
Estão a me contar,
O que ainda não quero escutar.

Chance de falar,
Liberte esse peso,
Me mostre tua força,
Me mostre teus punhos,
Tuas garras,

Te espero agora,
Depois,
Em outra vida,
Em outro universo.
Talvez.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Palavras do coração.

Não sei onde fui parar e porque estou por aqui sozinho a andar.. Sinto tua falta, sinto falta
daquele olhar único, aquele que tu sempre acaba por olhar. Meio perdido como sempre, mas
a esperança se faz minha amiga por obrigação, que saudade, quantas lembranças. A pouco tempo
estava tão perto e parecia que de perto eu não poderia sair, mas acabei tendo que vir. Não esqueça
do que te falei, daquele dia que te abracei e te vi chorar, teu choro que me fez chorar também.

domingo, 8 de abril de 2012

Me pudesse ouvir.

Assim, tão diferente, a cada dia menos perto de você, me vejo sendo levado pela vida, mas sei, sei que de ti não esqueço jamais.