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Lá vem ele de novo, com a mesma história.

Meu rap é lírico, sendo que nem sei o que é lírico.
Tem dias que eu não sei o que é nada, tem outros que sei tudo,
tudo sobre mim, tudo sobre ti, tudo sobre nós, mas nada sobre alguém que imagino.
São tantas sombras, são tantos caminhos, tantas cruzadas, tantos momentos.
Poucos são os dias que o tempo sobra para me contar,
Contar segredos que mal eu sei desenhar ou sei refletir, talvez entender, talvez iludir.

Tem dias que eu conto uma nova história para mim, já em outros relembro de tudo que eu já passei.
Hoje mudou, hoje é diferente de ontem, o cabelo curto, a barba grande, os sonhos contorcidos.
O mundo distorcido, o cheiro esquisito. Cansei, vivi, porque cansa viver, então desisti.
Estou agora nessa de tentar mudar, nem sei por onde começar, pois tudo cheira a cinza, tudo é pintado a perfume de concreto.

Não vejo mais para onde ir, apenas estou seguindo.
Desistindo, cansado, jamais.
Mas parece que agora as folhas estão de volta, apenas rabiscos, tudo fictício.
A seguir, lá vem ele …

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