sábado, 27 de outubro de 2012

Estranho modo de pensar;

Voltava pra casa aos prantos,
Bêbado no mais, sem ver e nem ouvir,
Sem cheirar e nem sentir,
Viver nem sabia o que era,
Lembranças, sobravam...

Não entendia o porquê de tantas coisas,
Tudo sem sentido, opções idiotas, no ponto objetivo,
Via tudo errado, via tudo confuso,
Só sentia a diferença de viver no seu mundo,

Não gostava de ser tão só,
Mas não queria ser tão próximo,
Não queria transformar-se,
Às vezes só lhe restava chorar,
Esperava como um louco,
Um pouco,
Bem pouco,
Felicidade, Infelicidades.

Gritava, mal sabia rimar,
Escrevia sem saber falar,
Só pensava e escondia tudo,
Realmente tudo que podia e queria sentir,
O louco era ele..

O louco eram todos,
Que o ajudavam.
Vivia sem saber,
Curtiam sem querer,
Ria até morrer,

Só queria um futuro,
Longe de todos,
Que o faziam sofrer,
Que o faziam morrer,
Antes de tudo se estender.

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